
No Collections Here
Sort your projects into collections. Click on "Manage Collections" to get started
assistente digital online de matriz generativa [i.a]
A inteligência artificial generativa (IA), por meio de uma estruturação programática digitalmente, é capaz de entender linguagens naturais, criando os mais diversos conteúdos, tal como analisando dados e até mesmo realizando distintas tarefas autônomas, desse modo, a tal da “I.A.”, utiliza vastos bancos de dados para simular/replicar facetas humanas e resolver problemas complexos.
Curiosamente, a imitação é uma das fases iniciais da criança humana, em seu aprendizado primário. A criança humana, frente a um universo desconhecido tende a replicar padrões.
Seria então as “inteligências artificiais”, crianças em sua fase primária de aprendizado? Ao meu ver humanitário, também não.
O ser humano não nasce programado, a inteligência humana é construída – a consciência de si, racionalidade abstrata, linguagem complexa e capacidade de criar cultura e tecnologia, diferente dos animais guiados por instintos, e das tais “inteligências artificiais”, guiadas por códigos muito que bem estruturados por humanos, transcendem a sobrevivência biológica e a limitação de banco de dados, a inteligência humana busca sentido, ética e planejamento para o futuro. Diferente do “assistente digital online de matriz generativa”, a inteligência humana está relacionada a capacidade complexa emergente da interação de diversas estruturas do encéfalo – onde se define como a habilidade de aprender com a experiência, adaptar-se a novas situações, compreender ideias complexas e resolver problemas, mas não só isso, a relação de inteligência esta diretamente ligado a liberdade humana – um dos temas centrais da filosofia, psicologia e antropologia; onde a inteligência frequentemente é vista como base sobre a qual a verdadeira liberdade é construída. Enquanto a inteligência permite compreender possibilidades, a liberdade é a faculdade de escolher entre elas. E a própria liberdade de unir, transformar e descontruir as possibilidades compreendidas é o que dá o poder para que a extraordinária inteligência humana evolua e se desenvolva.
Justificado, eu – o CalouroMetaverso, não consigo chamar os “agentes de matriz generativas“ de “inteligência”, eu os vejo mais como “grandes calculadoras digitais” – que ao tempo, o humano, tem adicionado novas “teclas” – nada além disso.


